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Psicologia Judiciária

A psicologia judiciária é aquela utilizada no processo judicial, assim denominada quando se usa está área do conhecimento humano, a psicologia, então, aos processos judiciais cíveis, trabalhistas e penais.Disciplina que estuda, em geral, o comportamento das partes em audiência para obtenção da...

Direito Administrativo | 26/mai/2010

A psicologia judiciária é aquela utilizada no processo judicial, assim denominada quando se usa está área do conhecimento humano, a psicologia, então, aos processos judiciais cíveis, trabalhistas e penais.

Disciplina que estuda, em geral, o comportamento das partes em audiência para obtenção da verdade e, desse modo, da Justiça no processo.

É, dessarte, manejada no momento do colhimento das provas em audiência, em casos, precisamente, de confissão, testemunho e acareação  dentre outras, a fim de que o juiz conheça a verdade (possível) de forma mais precisa.

Fácil, pois, perceber a importância do seu estudo, já que o juiz julga com base no que está nos autos e, muitas vezes, as partes não afetas à ética e à boa-fé enganam ou tentam enganar os juízes, omitindo ou distorcendo fatos.

Na prática forense é essencial, portanto, já que, se não impede, ao menos dificulta que o juiz seja enganado na audiência e, por isso, profira sentença injusta. Ademais, julgadores bem preparados certamente inibirão atitudes menos dignas das partes e dos advogados no processo judicial.

Conforme dito, por ser importante, é uma das disciplinas questionada no concurso público de ingresso à magistratura nacional, de acordo com o Conselho Nacional de Justiça, sendo, de fato, pré-requisito ao magistrado brasileiro.

Isso posto, o site Direitonet publicará resumos e testes acerca da psicologia judiciária com objetivo de proporcionar material para o seu estudo, lembrando-se que este ainda é incipiente no Brasil.

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