Perfil

Alexandre de Moraes Saldanha

Defensor Público Estadual (DPGE-CE). Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) de 2008 a 2010. Advogado de 2007 a 2008. Bacharel em Direito pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Pós-graduado em Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Internacional de Curitiba (UNINTER).

alexandrem.s@ig.com.br

Alexandre de Moraes Saldanha

Defensor Público Estadual (DPGE-CE). Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) de 2008 a 2010. Advogado de 2007 a 2008. Bacharel em Direito pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Pós-graduado em Direito Processual Civil pelo Centro Universitário Internacional de Curitiba (UNINTER).

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Artigos publicados (1)

Trata da necessidade de se possibilitar às partes, em audiência, que procedam a perguntas e colham respostas com liberdade, ainda que essas perguntas e respostas possuam algum juízo de probabilidade ou de valor, pois esse teor subjetivo é decorrência natural do ser humano.
22/06/2013|Processo Penal| Favorito