TST - RR - 170/2006-255-02-00


07/nov/2008

FALTA DE INTERESSE DE AGIR. I Da decisão recorrida verifica-se que a questão não foi decidida pelo prisma do ônus subjetivo da prova da efetiva prestação de serviços para a recorrente. Até porque a questão não é própria da preliminar suscitada de falta de interesse de agir. II - Não se caracteriza a divergência jurisprudencial com os paradigmas transcritos às fls. 262/264, apresentados ao arrepio do princípio da dialeticidade inscrito na Súmula 337 do TST, porque a recorrente não se preocupou em estabelecer o cotejo analítico de teses. III Recurso não conhecido.

Tribunal TST
Processo RR - 170/2006-255-02-00
Fonte DJ - 07/11/2008
Tópicos falta de interesse de agir, i da decisão recorrida.

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